quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A long time...

"Elizabeth. Elizabeth!
Abra os olhos. Acorde. Mostre à eles que ainda vives!"
Triste senhora louca, gritava palavras desesperadas à menina morta, vossa angustia sufocaste vossa garganta e encharcara os silhos longos juntamente da face rosada. Coração partido, um pedaço que se fora com vossa pequenina, a pequenina de olhos verdes, cabelos longos cacheados como ouro, nascida com um mal desconhecido, deixavas por onde quer que passasse sorrisos, alegria, um toque de vossas mãozinhas descoloridas pela doença que à levou tinha o poder de confortar o coração, e vossa alma pura transparecia pelos olhos bondosos juntamente das inocentes palavras que sempre dançavam em vossos lábios, doce, lindo anjo e o tempo de vossa vinda à terra dos mortais havia-se acabado. Era ora de  ensinar os homens de espadas, que as trombetas poderiam ser tocadas, guerra encontrar fim, fúteis homens amarem-se.
Assim, iniciar nova vida após o terrível sofrimento, fora como fora, do passado apenas os riscos de tinta de longas penas deveriam ser guardadas, para jamais repeti-se a desumanidade que nesta terra fora feito. 
A partir de tal instante, de tal situação, pequenas sementes deveriam ser plantadas nos corações amargurados, a pequena semente que traz gigantes frutos, aquela ao qual conheço pelo nome de fé... 
Hoje em dia, à corações metalizados, porém não esqueças, não há mal que seja eterno, não há pedra que não gaste com o tempo, não há guerra que não acabe, mas há algo que será para sempre...

A pequena garotinha jamais acordou do profundo sono, mas vossa história permanecerá.
Neste mesmo momento de baixo da leve chuva sobre o por-do-sol, enquanto o arco-íris brilha no céu, ouço as trombetas tocarem e sonho com o futuro. Este é vós que faz.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Sol & Lua


Enquanto abria os olhos, o mundo mudava.

O sol trocava seu papel com a lua e as estrelas, o brilho quente, pela noite belíssima, os raios alaranjados, pelo manto prateado, mas era tão egoísta, que jamais poderia viver apenas no espetaculo das estralas, ela queria poder sentir o aconchego do sol,  e o romance da lua, ela queria poder tocar no fogo e no gelo, descobrir a sensação do vento tocando seus rosto com leveza enquanto a congelava embaixo da estrelas, e saber a sensação de mergulhar nos raios de primavera... Os dois ela teria desde que ela pudesse abrir os olhos e viver cada desejo, cada emoção, cada sentimento, sem importar se não entendesse, sem se importar em sentir todos ao mesmo tempo, apenas sonhar não era tudo, pois a noite não é apenas o aconchego da cama quente e a criação dos sonhos, era mais uma forma de viver, amar, e sentir, de ser uma estrela brilhando lá no céu...

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Start

    Só para começar...
Toda história tem um começo, meio, e fim.
O começo é empolgante e você logo quer ver o fim, mas as alternativas para um fim são imensas.
Andei pensando em como as pessoas fazem a história de suas vidas, algumas realmente seguem um padrão, outras, cavam um buraco cada vez mais fundo, e ainda vejo aquelas que tentam todas as alternativas, aprendendo quando erram, mas se olhar direito, todos caminham numa mesma direção, evolução? tecnologia?
Também, mas não vejo apenas uma pessoa que não busque o amor, que pode ser encontrado de tantas maneiras. O amor platônico, materno,  companheiro, amigo, grato, divino... e tantos outros, porque amar não é só ficar agarradinho no sofá assistindo "Um amor para recordar", é também estender a mão quando se cai, é enxugar aquela lágrima amarga que escorreu pelo rosto, é dividir o ultimo biscoito do pacote, e abraçar forte quando se reencontra, é empurrar a cadeira de rodas na subida e muitas vezes ensinar a andar... Amor é doar-se para aquela pessoa especial aquela que tira um sorriso de seus lábios com pequenos ou grandes decisões, o simples gesto. E é ai que a história começa, quando essa metade, é encontrada...