Abra os olhos. Acorde. Mostre à eles que ainda vives!"
Triste senhora louca, gritava palavras desesperadas à menina morta, vossa angustia sufocaste vossa garganta e encharcara os silhos longos juntamente da face rosada. Coração partido, um pedaço que se fora com vossa pequenina, a pequenina de olhos verdes, cabelos longos cacheados como ouro, nascida com um mal desconhecido, deixavas por onde quer que passasse sorrisos, alegria, um toque de vossas mãozinhas descoloridas pela doença que à levou tinha o poder de confortar o coração, e vossa alma pura transparecia pelos olhos bondosos juntamente das inocentes palavras que sempre dançavam em vossos lábios, doce, lindo anjo e o tempo de vossa vinda à terra dos mortais havia-se acabado. Era ora de ensinar os homens de espadas, que as trombetas poderiam ser tocadas, guerra encontrar fim, fúteis homens amarem-se.
Assim, iniciar nova vida após o terrível sofrimento, fora como fora, do passado apenas os riscos de tinta de longas penas deveriam ser guardadas, para jamais repeti-se a desumanidade que nesta terra fora feito.
A partir de tal instante, de tal situação, pequenas sementes deveriam ser plantadas nos corações amargurados, a pequena semente que traz gigantes frutos, aquela ao qual conheço pelo nome de fé...
Hoje em dia, à corações metalizados, porém não esqueças, não há mal que seja eterno, não há pedra que não gaste com o tempo, não há guerra que não acabe, mas há algo que será para sempre...
A pequena garotinha jamais acordou do profundo sono, mas vossa história permanecerá.
Neste mesmo momento de baixo da leve chuva sobre o por-do-sol, enquanto o arco-íris brilha no céu, ouço as trombetas tocarem e sonho com o futuro. Este é vós que faz.

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